Resenha: Sábado à Noite (Babi Dewet)

CAPA 1Sábado à noite I

Primeiramente gostaria de agradecer o tempo que vocês dedicam a leitura e pela vontade de conhecer novos mundos através dela. A leitura como já nos foi comprovado inúmeras vezes é um meio muito importante para diversos fins, inclusive o de não acreditarmos em tudo que falam e ela ainda nos ajuda a ter nossa própria opinião.

Por que estou falando sobre isso? É o seguinte, já há algum tempo estava com a trilogia de Sábado à noite aqui na minha estante e havia comprado por que achei interessante a resenha do canal literário Garota It (Pam Gonçalves) e decidi comprar. Só que quando chegou aqui em casa eu já estava atolado de leituras para concluir e também já iria começar algumas leituras agendadas. Daí o que eu fiz? Coloquei-os na minha caixinha TBR (livros a serem lidos), fiz vários sorteios e nada deles serem sorteados. O ano de 2015 acabou e em Dezembro desse mesmo ano fiz a listagem dos 12 livros a serem lidos em 2016 e disse: Agora vai! Elenquei quais livros ficariam em seus respectivos meses e finalmente a trilogia Sábado à noite seria lida no mês de Março/2016.

O resumo do percurso para chegar até aqui já foi descrito acima e agora vamos ao que interessa.

DESENHO LIVRO1

SAN como é chamado a trilogia traz pra gente a história de dois grupos de jovens sendo cinco meninas de um lado e cinco meninos do outro, que vivem em uma cidade fictícia por nome de Alta Granada. Os dois grupos são divididos dessa forma: O das garotas populares que têm como personagem principal Amanda e do outro lado os garotos conhecidos como Marotos (encrenqueiros / malandros) e tem como principal personagem Daniel. Tudo isso será vivido na fase mais esperada e ao mesmo tempo embaraçosa para qualquer jovem adolescente, a do ensino médio, onde tudo parece ser mais novo e excitante. Como não poderia deixar de ser, estas garotas populares (Amanda, Carol, Guiga, Anna e Maya) representavam para as demais meninas da escola um modelo a ser seguido.

Por outro lado os garotos eram considerados bagunceiros, de má companhia para os demais e viviam na sala do diretor (e não era fazendo visita de cortesia não!). Daniel, Bruno, Rafael, Fred e Caio eram amigos inseparáveis. Bruno sempre foi o melhor amigo de Amanda, mas eles tinham um pacto de nunca serem vistos juntos na escola, pois a menina (Amanda) era uma garota popular e não podia ser visto com um “perdedor”.

Meninos e Meninas apresentados, vamos agora ao fio condutor de toda a trama. Após terem um pedido negado pelo Diretor da escola para tocarem nos bailes que iriam ser frequentes aos sábados (à noite) na escola, os garotos (marotos) ficam furiosos e secretamente montam uma banda e para não levantar suspeita decidem usar máscaras e chamar a banda de Scotty. A ideia de tocar com máscaras foi comprada pela a escola (sem o diretor sabe é claro) e a partir do primeiro show cheio de mistérios os alunos ainda entusiasmados se perguntavam quem seriam aqueles caras que sabiam cantar e tocar tão bem? Fizeram o maior sucesso. Mas a pergunta girava sobre que eram e deixam todos intrigados para saber suas identidades, e isso claro incluía as cinco populares.

Fazendo um resumão rápido sobre o envolvimento das populares com os marotos: Daniel e Amanda curtiam uma paixão antiga e que nunca deram chance de mostrar isso (por parte dela mais ainda). Carol tinha namorado Bruno por dois meses até que descobriu uma suposta traição da parte dele. Esses relacionamentos vão se tornando mais aflorados com o passar do ano letivo e tornará o convívio para esses jovens um pouco pesado para a pouca idade que eles têm. A mistura de frio na barriga, amadurecimento, mal entendidos, paixões mal resolvidas é apenas o tempero para esses jovens que vão descobrindo aos poucos que a vida é muito mais simples do que parece.

Amanda meio que bloqueia seus sentimentos por Daniel por que Guiga nutria uma paixão por ele também e se vê perdida, pois para ela a amizade era mais importante que qualquer paixão e elas tinham um pacto de nunca romper essa amizade. Daniel por outro lado não entende por que Amanda o rejeita. Ele que sempre fazia as composições da banda Scotty, compunha letras que falavam desse amor (interrompido) e eram tocadas nos bailes para tentar conquistar sua amada Amanda (sem ela saber claro).

Nos bailes de sábado à noite serão resolvidos vários problemas e também terão vários problemas formados. Amanda aos poucos se aproxima de seu amor e assim como sua amizade por Bruno seu romance com Daniel será mantido em segredo. Será que isso termina bem?

O gancho que a autora deixa neste primeiro livro para dar continuação ao LIVRO 2 é angustiante e termina de forma devastadora. A gente se pergunta: Precisava realmente disso? Rsrsrs.

Não me lembro de ter vivido nada parecido como os acontecimentos vividos por esses jovens, mas é engraçado como às vezes a gente se sente na pele de algum deles. É aquela briga com os pais, aquele sentimento de amor não correspondido, desentendimentos com nossos amigos, angustiam tão frequentes nesta fase da vida. SAN é um mergulho numa adolescência desenfreada, temos as presenças de amor e ódio e aquele gostinho de querer viver um pouco ao modo Alta Granada, onde amores, músicas e um cardápio um tanto inusitado são bem vindos.

BABI

Book trailer SAN I

2 pensamentos sobre “Resenha: Sábado à Noite (Babi Dewet)

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