Resenha: Cidades de Papel – Título original, Paper Towns (John Green)

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Não sei ao certo como vocês se sentem quando finaliza uma leitura, seja qual for o gênero. Uma das primeiras preocupações sempre é de como relatar tudo que nós julgamos importante. Personagem principal, localidade e onde passa a história e seu

pano de fundo, ou seja, o que esta acontecendo paralelo ao enredo principal. Isso tudo surge naturalmente quando estamos lendo e compreendendo o texto em questão. Mas quando encerramos a história e viramos a última página, o bicho pega. Não pelo fato de a gente não saber como começar, mas sim o que vamos julgar ser importante a ser resenhado e com o máximo cuidado para não cometer spoiler.

Em Cidades de Papel não foi diferente, seu personagem principal é também narrador em primeira pessoa, Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica por sua vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Quentin é um garoto centrado que nunca dá trabalho aos pais, vive uma vida regrada e têm dois grandes melhores amigos, Ben e Radar. Um belo dia quando Quentin (também conhecido entre eles com Q.) estava em seu quarto Margo surge em sua janela com uma proposta um tanto quanto duvidosa de que ele empreste seu carro, ou melhor, o carro de sua mãe para que ela possa fazer algumas coisas com sua ajuda.

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Quentin se vê tentado a transpor a confiança de seus pais e a vontade de ficar mais próximo de seu grande amor e um não, poderia ser o fim de um potencial romance. Ele pega as chaves do carro de sua mãe e sai na calada da noite, agindo sorrateiramente como um gatuno. Querendo saber as verdadeiras intenções de Margo com tal pedido, ele a ajuda a cumprir algumas tarefas que ela impusera. A missão consistia em dar uma lição no namorado dela e alguns amigos dele por esconder que ele estava a traindo.

Basicamente após o acontecido que durou uma madrugada inteira, Quentin volta já com o dia amanhecendo pra casa e se despede de Margo. Mesmo dormindo poucas horas, ele acorda radiante para ir à escola e saber como será daqui pra frente com ela, já que a mesma estava tão feliz com ele. Para sua surpresa ao chegar à escola Quentin se dá conta que o carro dela não esta na vaga do estacionamento como de costume e mais do que isso conforme a semana ia acabando também acabava a sua esperança de ter algum tipo de relacionamento com ela. Começa neste ponto uma busca incessante pela jovem enigmática Margo. Quanto mais próximo das pistas que ele encontrava para encontra-la, mais distante ficava da imagem que ele construiu dela.

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Tenho alguns pontos sobre os livros de John Green que gostaria de ressaltar, neste em especial vi muitas semelhanças com Quem é Você Alaska? Onde praticamente temos um processo quase parecido de personagens. Não sei se posso classificar o livro como bom, regular ou péssimo, mas de uma coisa eu sei a forma da escrita é extremamente interessante. A leitura é rápida, e precisei apenas de dois dias para finalizá-la.

Pois é, embora não tenha ficado inteiramente feliz com o fim, valeu pela a experiência. Até a próxima resenha e leiam mais,

Obrigado!

Um pensamento sobre “Resenha: Cidades de Papel – Título original, Paper Towns (John Green)

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